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quarta-feira, 6 de abril de 2011

QUEM É CONTRA A PEDAGOGIA?

Segundo Libâneo, a crítica à Pedagogia tem aumentado: ela não cobriria os requisitos “cientificidade”; seria uma tarefa voltada para prática, estando mais no campo da intuição e da arte do que no campo científico; não teria objeto de estudo próprio porque o fenômeno educativo é pluridimensional, assim como não disporia de um sistema claro e coerente de conceitos. Segundo os críticos da Pedagogia  não percebem que a coerência dessas dificuldades epistemiológicas não constituem razão suficiente para se ignorar a atividade prática correspondente ao campo do conhecimento pedagógico. Essa atividade é definida especificamente como formação humana. No entanto, o pedagogo é um profissional que jamais deveria sofrer preconceito por causa do seu amplo conhecimento.

ANA CARLA AUZIER DOS SANTOS


QUEM É CONTRA A PEDAGOGIA?

Segundo Libâneo, a crítica à Pedagogia tem aumentado: ela não cobriria os requisitos “cientificidade”; seria uma tarefa voltada para prática, estando mais no campo da intuição e da arte do que no campo científico; não teria objeto de estudo próprio porque o fenômeno educativo é pluridimensional, assim como não disporia de um sistema claro e coerente de conceitos. Segundo os críticos da Pedagogia  não percebem que a coerência dessas dificuldades epistemiológicas não constituem razão suficiente para se ignorar a atividade prática correspondente ao campo do conhecimento pedagógico. Essa atividade é definida especificamente como formação humana. No entanto, o pedagogo é um profissional que jamais deveria sofrer preconceito por causa do seu amplo conhecimento.

ANA CARLA AUZIER DOS SANTOS


O PRECONCEITO SOFRIDO PELOS AUTISTAS

Ao abordar o aspecto educativo de individuos portadores da sindrome de autismo,faz-se necessario,uma retrospectiva historica,passando pela seleção natural,eliminação de crianças mal formadas ou deficientes em varias civilizações,marginalização e segregação promovida na Idade media,ate um periodo marcado por ima visão mais humanista na Europa após a revolução francesa,para se chegar ao seculo XIX,aos primeiros estudos sobre deficiências.Segundo a visão do autor esse parágrafo relata a dificuldade da vida de crianças com autismo, que começa desde de muito cedo,pois antigamente as crianças eram sacrificadas só para não conviver em meio as outras. Hoje as mudanças estão surgindo aos poucos mas o preconceito ainda e intenso contra eles,e o maior deles e a entrada do autista na escola.E é por isso que agora os professores estão sendo preparados para ajudar a criança  para que ela não desista do convivio com os outros. 

Naiara cristina nogueira evangelista