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domingo, 5 de junho de 2011

INCENTIVO A LEITURA


O autor Richard Bamberger norteia sua pesquisa na questão da motivação para com a leitura. Os conceitos de motivação e interesse são usados em pesquisa praticamente com o mesmo significado. Em motivação pensamos mais em impulsos e intenções que orientam o comportamento, e com um seguimento de atitudes e experiências emocionais determinam parte dos interesses. Ambos, de acordo com cada indivíduo, refletem no seu modo de vida total. Muitas vezes, o que uma criança aprende ou deixa de aprender na escola depende mais dos seus interesses do que da sua inteligência. Isso se evidencia não só no  bom rendimento que a criança apresenta em seus assuntos favoritos, mas também na escolha que ela faz de suas atividades nos momentos de lazer. De acordo com a pesquisa tirou as seguintes conclusões: 1) A primeira motivação para ler é simplesmente a alegria de praticar habilidades recém-adquiridas, o prazer da atividade intelectual recém-descoberta e do domínio de uma habilidade mecânica. 2) A leitura impulsiona o uso e o treino de aptidões intelectuais e espirituais, como a fantasia, o pensamento, a vontade, a simpatia, a capacidade de identificar etc. 3) A leitura suscita a necessidade de familiarizar-se com o mundo, enriquecer as próprias ideias e ter experiências intelectuais. 4) Tais motivações e interesses íntimos, geralmente não percebidos conscientemente pela criança, correspondem a concepções definidas de sua experiência. Essas motivações para ler e os interesses de leitura entrecruzam-se; não obstante, o professor deve tentar descobrir os impulsos e interesses dominantes do jovem leitor.
Palavras- chave: motivação, interesses
Acadêmica: Geisa Oliveira Carvalho

terça-feira, 5 de abril de 2011

O PROFESSOR E A TECNOLOGIA

Segundo Philippe Perrenoud no livro estimulado Dez Novas Competências Para Ensinar "destaca como uma delas a competência de utulizar novas tecnologias, o professor deve buscar apropriar-se das tecnologias, conhecê-las, explorá-las e utilizá-las, conforme o seu planejamento, em situações em que propriciem ganhos pedagógicos".
Na minha opinião o professor deve estar atualizado para aprimorar-se da tecnologia utilizando nos projetos educatvos compreedendo o conhecimento cadas vez mais como um processo contínuo de construção colaborativa do qual o professor é o orientador. Com alunos motivados e ativos os resultados da aprendizagem tendem a ser mais duradouros.

Acadêmica: Iara Lúcia C. Corrêa

sábado, 2 de abril de 2011

Motivação Pedagógica

RESUMO¹
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional. 11 ed. São Paulo, SP: Person Pretice Hall, 2005
MORAIS, Regis de (org). Sala de aula: que espaço é esse? 20 ed.Campinas, SP: Papirus, 2006
FERREIRA, Aurora. A criança e a arte: o dia-a-dia na sala de aula. 3 ed. Rio de Janeiro, RJ: Wak Ed, 2008
Ana Márcia de Jesus Farias²
Lúcia²
Para Robbins (2005) motivação é o esforço para atingir qualquer objetivo assim como o processo responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta. Na visão de Morais a atuação do educador não envolve apenas sua tarefa técnica, mas também um compromisso político. É dentro dessa esfera do compromisso político que se insere a preocupação do lúdico, através da linguagem, reaprendendo a falar, em conjunto com os alunos, valorizando o processo de aprendizagem e não apenas o produto final. E valorizar o processo, como já foi dito, não se trata apenas da discussão sobre novas técnicas, recursos audiovisuais ou mais modernamente eletrônicos, para tentar “motivar” o processo de aprendizagem. Segundo Ferreira o professor necessita encorajar a iniciativa, a criação de trabalhos por meio de seu próprio esforço, levar a criança a descobertas por si, mesma, a inventar e criar suas idéias, não dar respostas prontas para todas as indagações, não permitindo,assim, que a criança dependa do pensamento alheio.Penso que cabe ao professor ajudá-la a esclarecer o que pensa, levando-a a falar espontaneamente sobre sua obra.Não acrescentando ou mudando nada no que ela construiu artisticamente, uma vez que a criança deve ser a única autora do seu trabalho.
1. Trabalho apresentado à Disciplina de Informática Básica sob a orientação do Professor Amiraldo
2. Acadêmicas do Curso de Pedagogia do IESPES, I semestre noturno

sexta-feira, 1 de abril de 2011

MOTIVAÇÃO PEDAOGICA

Resenha

RIOS NETO, Eduardo. Educar para crescer: especial ensino médio. São Paulo: abril, 2011.

Daniele Portela dos Santos
Naiara Cristina Nogueira Evangelista


Ao menos 98 escolas públicas brasileiras tem chances reais de atender ao anseio dos estudantes do ensino médio por um ambiente formador,atrativo e valorizado registrado pela pesquisa.Elas participam do projeto jovem de futuro criado pelo instituto Unibanco em 2007,e são incentivadas a estabelecer metas de melhorias em itens como desempenho dos alunos,pratica docente,clima escolar,rotinas administrativas,instalaçoes e equipamentos.
A dinâmica da iniciativa respeita as peculiaridades e necessidades individuais,ao deixar para cada unidade a definiçao da propria matriz de planejamento,identificaçao de carências e ate mesmo quais os parâmetros de qualidade serão seguidos.Pra ajudar nesta tarefa,o projeto prevê a capacitação do Grupo Gestor das escolas participantes por meio de um curso prático de gestão escolar para resultados.
Pensamos que,o projeto realizado por essa instituição é essencial,pois sabemos que há uma grande carência por parte dos alunos do ensino médio em escolas públicas,e isso vem a somar para os jovens,pois passa a ser um incentivo de ensino,é a capacitação dada aos gestores é muito gratificante para o desenvolvimento profissional e com isso pode ser obtidos grandes resultados.

Motivação Pedagógica

WEISS, Donald H. Motivação e Resultados: Como obter o melhor de sua equipe. São Paulo: Nobel, 2001
Partindo da pergunta: “O que eu quero obter pelo esforço com que faço meu trabalho?” (pág 76) Donald (1936), em seu livro motivação e resultados lista quinze razões possíveis que as pessoas tem para trabalhar, sendo elas: Conhecimento - procura a verdade ou a informação e aprender coisas e ideias novas; Poder – liderar e dirigir os outros; Independência – atingir as metas da maneira mais apropriada; Realização – conseguir objetivos pessoais com a sensação de que fiz algo melhor que a outra pessoa; Reconhecimento – receber a atenção, ser notado e apreciado; Amizade – ter muitos amigos e trabalhar com os outros; Responsabilidade – ser responsável perante os outros ou perante as organizações a que pertence; Criatividade – ter capacidade, desejo e liberdade de desenvolver ideias novas; Segurança – ter o essencial para viver e sentir-se seguro; Dedicação – ser leal a minha firma ou meu supervisor; Crescimento – avançar e expandir minha ideia através do meu esforço; Auto-estima – ser alguém de valor no meu conceito e no conceito dos outros; Desafio – sentir-se bem com as coisas, com um certo grau de dificuldade; Ajudar os outros – dar assistência, apoio, empatia; Divertimento/ Prazer – divertir-se, ter prazer nas coisas que faz, e não somente nas coisas que tem que fazer.
Analisando as razões do autor, concordamos que as crianças precisam ser motivadas para se ter um bom desempenho escolar, e somente com a prática das mesmas teremos esse resultado. Na nossa visão o pedagogo deve trabalhar de uma forma lúdica, mas, essencialmente com oito dessas razões, sendo elas: realização, independência, amizade, responsabilidade, criatividade, desafio, auto-estima, divertimento/prazer.


Kennedy Harilal Barbosa Gama
Marla Adriane Costa de Sousa

MOTIVAÇÃO PEDAGÓGICA

RESENHA

CYPERT,Samuel A. Como se fortalecer com o poder da auto-estima.Rio de Janeiro. Ed.Campus,1994.
Karine Suzane Almeida dos Santos
Sunara Cecília Nogueira Gomes


Cypert (1994) aborda, “como se fortalecer com o poder da auto - estima e que nunca é tarde demais para aprender e avaliar seus pontos fortes e fracos por um desejo intenso de mudar a sua maneira de ser”. A aquisição de comportamento e valores do ser humano é bastante significativa, pois, existem certos tipos de pessoas que sentem prazer em desvalorizar os outros, essas pessoas são tão negativas que não enganam a ninguém e são trocadas por quem é realmente importante. Para esse autor o primeiro passo para eliminar o comportamento indesejável é estar motivado, é sentir-se determinado para modificar suas atitudes inseguras.
A final de contas, nós nos comportamos de diferentes maneiras e circunstâncias, e, concordando com o autor, devemos estar motivados para podermos compreender como elas podem ser mudadas e o que todo mundo enfrenta deve ser superado, assim, vamos conseguir pequenas vitórias, várias vezes, até percebermos que vencemos.

Motivação Pedagógica

Resenha

BRANCO, Mariana. Profissão mestre. 10.ed. São Paulo: Humana, 2001.

Francisca Jamila Aguiar Sousa
Geisa Oliveira Carvalho

Segundo uma entrevista feita com o escritor Ignácio de Loyola Brandão, este diz que recebeu dos seus professores lições de redação e de vida no que influenciou em sua carreira. Teve motivação com uma professora de infância, onde ela gostava de ler para os alunos. E hoje diz que, quando o professor gosta de contar histórias, é muito fácil formar a cabeça do aluno, e grande problema hoje em dia são os professores, não leem e não gostam de contar histórias, e uma coisa aprendeu, que se você cresce ouvindo histórias você acaba sendo um leitor e um ótimo profissional, pois o hábito da leitura ajuda em vários campos.
O escritor nos relata que a leitura é um despertar para as nossas vidas,um grande crescimento do saber.Afirma que a sua grande influência era, seu pai, apesar de ferroviário, mal tinha tempo, mas era um grande leitor, onde teve participação nessa motivação.