ESTA É UMA LINGUA UTILIZADA PELAS COMUNIDADES DOS SURDOS QUE VIVEM NO BRASIL. É PASSADA DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO DE SURDOS, NÃO NECESSARIAMENTE DA MESMA FAMÍLIA. ISSO PORQUE A MAIORIA DOS SURDOS NASCE DE FAMILIAS OUVINTES E SÓ APRENDEM LIBRAS QUANDO LHE É PROPORCIONADO O CONTATO COM OS ADULTOS SURDOS USUÁRIOS DA MESMA.A LIBRAS É CONSTITUIDA DE ELEMENTOS LINGUISTICOS COMO: FONÉTICA, MORFOLOGIA, SINTAXE, SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA PRESENTES EM QUALQUER OUTRA LINGUA.ESTA MODALIDADE VISO- GESTUAL É EXPRESSADA PRINCIPALMENTE PELOS MOVIMENTOS DAS MÃOS.
SUNARA
PEDAGOGIA I
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Nirlei Gomes
LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Pâmela Batista Lisboa
No texto de Marinês Amália, mostra que as escolas precisam se modificar para atender as crianças com necessidades e possibilitar um treinamento para os educadores, para que eles possam saber lidar nesta situação, o texto é baseado no projeto de inclusão, executado em duas escolas de ensino fundamental, onde professores contaram com ajuda de interpretes e com a capacitação em Libras, as escolas beneficiadas pelo projeto, tiveram que se modificar completamente, para atender e incluir esses estudantes surdos que convivem em sala e na própria sociedade com pessoas onde sua maioria são ouvintes. Os resultados dos métodos aplicados foram desenvolvidos a partir, da observação e do esforço dos envolvidos, apontando que o trabalho foi benéfico para aquele ambiente, e que com certeza deve ser aplicado nas escolas comuns do Brasil, sendo uma proposta para uma analise á diferencia, e inclusão de quem não ouve, sempre sendo lembrado que como qualquer forma de aprendizado, depende de um processo, que deve ser executado diariamente para um bom resultado, dessa maneira a inclusão das crianças com necessidades especiais serão descobertas.
ZAMPIERI, Marinês Amália. Libras e
Língua Portuguesa nas séries iniciais
Do ensino fundamental. PPGE/ UNIMEP.
terça-feira, 7 de junho de 2011
LIBRAS E LINGUA PORTUGUESA NAS SERIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.
A lei de inclusão escolar preconiza que todas as crianças estejam na escola, mesmo aqueles que anteriormente foram excluídos, e para isso, as escolas devem modificar sua maneira de funcionamento para que todas as necessidades dos alunos sejam atendidas, a fim de possibilitar o processo de ensino-aprendizado que tem direito. A educação inclusiva de orienta pela perspectiva da diversidade, com temáticas e estratégias diferenciadas, com responsabilidade compartilhada, cuja capacitação do professor passa pelo conhecimento sobre a diversidade, mudanças de atitudes, inovação, trabalho em equipe, novas relações com a família, responsabilidade para com o exercício da profissão. A dificuldade existente na escolarização dos sujeitos surdos está relacionada com as questões da língua, pois a língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), e visuo-gestual e sua gramática é diferente quanto a da língua portuguesa. Garantir a aquisição da LIBRA como primeira língua ao surdo significa dizer que nem todos os surdos têm um conhecimento da mesma, devido à maioria deles terem pais ouvintes. Contemplar a desigualdade lingüística do surdo quando incluído na sala de aula do ensino comum é considerar a presença do intérprete da LIBRA que será o elo comunicativo entre o professor e o aluno. Apesar de tal direito ser assegurado por lei, está resolução não deixa clara a importância da presença e atuação do intérprete em locais em que estejam surdos e ouvintes, a fim de fazer as mediações/interlocuções necessárias. Como maneira de capacitar todos os funcionários, não somente os professores, já que a criança circula na escola como um todo, foram oferecidos cursos de metodologia e estratégias de ensino para alunos surdos, na medida em que as questões educacionais dos surdos são perpassadas por processos de ensino-aprendizagem de uma segunda língua,além de sua característica de maior atenção aos aspectos visuais em detrimento dos auditivos e a necessidade das estratégias pedagógicas levarem esta característica em consideração..Desta maneira,este estudo vem reafirmar que a inclusão de alunos surdos na sala de aula do ensino comum é uma proposta não relacionada somente com as questões da surdez,mas com questões que envolvem um repensar na diferença num sentido de que outros caminhos devem ser trilhados para que estes sujeitos possam vir a constituir-se como um sujeito surdo pertencente a uma sociedade cuja maioria e de ouvintes.
Naiara Cristina Nogueira Evangelista
LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
A lei de inclusão escolar preconiza que todas as crianças estejam na escola, mesmo aqueles que anteriormente foram excluídos, e para isso, as escolas devem modificar sua maneira de funcionamento para que todas as necessidades dos alunos sejam atendidas, a fim de possibilitar o processo de ensino-aprendizado que tem direito. A educação inclusiva se orienta pela perspectiva da diversidade, com temáticas e estratégias diferenciadas, com responsabilidade compartilhada, cuja capacitação do professor passa pelo conhecimento sobre a diversidade, mudanças de atitudes, inovação, trabalhos em equipe, novas relações com a família, responsabilidade para com o exercício da profissão. As transformações segundo Reily (2004) acontecem no interior da atividade principal (momento na sala de aula), por isso que se não houver modificação neste aspecto, não haverá mudança; considerando que as relações e a constituição do ser humano acontecem nas situações concretas de vida. Ao atuar numa perspectiva mediadora, o professor também se transforma durante o processo de ensino por meio das palavras e da proposta pedagógica (mediação do outro), direcionando o aluno ao conhecimento, favorecendo o confronto com outras maneiras de conceber; possibilitadas pela interação com o aluno, ou seja, a atividade docente se materializa em ações de conhecer o nível de desenvolvimento do aluno; de criar estratégias. A dificuldade existente na escolarização dos sujeitos surdos está relacionada com as questões da língua, pois a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é visuogestual e sua gramática é diferente quanto à da língua portuguesa. Para o surdo aprender a língua portuguesa na modalidade escrita, ocorre do mesmo modo que a do ouvinte ao aprender uma segunda língua. Garantir a aquisição da LIBRA como primeira língua ao surdo significa dizer que nem todos os surdos têm um conhecimento da mesma, devido à maioria deles terem pais ouvintes. A descoberta da surdez ocorre, em grande parte, quando o filho chega à escola, o que representa um atraso em seu desenvolvimento cognitivo devido à falta da língua de sinais e não por ser surdo; resultado das condições sociais e educacionais não proporcionais quanto à aquisição e desenvolvimento da linguagem. Incluir alunos surdos em salas de aula do ensino comum vai além de modificar a estrutura física da escola; requer o conhecimento sobre as LIBRAS mais especificidades da surdez pelo corpo docente; conhecimento da língua de sinais pelos surdos, bem como ensinamento dos conteúdos escolares embasados no aprendizado de uma segunda língua, na modalidade escrita, juntamente com o uso de recursos visuais. Contemplar a desigualdade linguística do surdo quando incluído na sala de aula do ensino comum é considerar a presença do intérprete das LIBRAS que será o elo comunicativo entre o professor e o aluno. Apesar de tal direito ser assegurado por lei, esta resolução não deixa clara a importância da presença e atuação do intérprete em locais em que estejam surdos e ouvintes, a fim de fazer as mediações/interlocuções necessárias. A possibilidade dos dados obtidos neste estudo ocorreram devido a um projeto de inclusão escolar de crianças surdas no ensino fundamental com ensino bilíngue em andamento, desde 2003, a partir de uma parceira entre da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) com a Secretaria Municipal de Educação/Setor de Educação Especial, foi implantado um projeto educacional em duas escolas municipais, uma de Educação Infantil e uma de Ensino Fundamental, para o atendimento de alunos surdos com uma proposta de inclusão por meio da incorporação das LIBRAS ao espaço escolar.
Acadêmica: Geisa Oliveira Carvalho.
domingo, 5 de junho de 2011
INCLUSÃO DE LIBRAS NAS SÉRIES INICIAIS
As escolas devem verificar que toda a criança esteja na escola perante a lei de inclusão escolar e que os alunos sejam atendidos a fim de possibilitar o ensino-aprendizagem que tem direito. A educação deve incluir todo o sujeito com algum tipo de deficiência como surdos cegos com deficiência mental ou física. A função da escola é possibilitar ao aluno o conhecimento mediado pelo professor que atua no processo mediador que também se transforma durante o processo de ensino por meio das palavras e da proposta pedagógica. A dificuldade existente na escolarização dor surdo está relacionada com as questões da língua, pois a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é visuogestual. Incluir na sala de aula o ensino comum é considerar a presença do interprete da LIBRA, que será elo comunicativo entre o professor e aluno, que apesar do direito segurado por lei não deixa clara a importância da presença e atuação do interprete. Do conjunto dos registros foi possível que a ação pedagógica dos professores se ancora numa abordagem de ensino-aprendizagem tradicional. Em síntese, há neste modelo uma compreensão restrita sobre o conhecimento caráter acumulativa. A relação dialógica está no centro, onde o professor ouvinte e aluno surdo, ou seja, o professor ouvinte só pode ser professor de aluno surdo na medida em que conseguir compartilhar a língua com o aluno surdo, o que pode ser feito em algumas situações tanto pelo próprio conhecimento de libras. Desta maneira, será do cotidiano deste programar da inclusão escolar, através da experiência e reflexões das mesmas que estabelecerão neste processo social e singular de maneira que inclua as crianças com necessidade educacionais especiais serão descobertas.
IANA CRISTINA CARDOSO PIMENTEL
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